Infraestrutura whitelabel de microcrédito descentralizado.
O Balaio já é um motor de escrow onchain que paga por resultado. A mesma mecânica que coordena tarefas e libera fundos na aprovação serve, sem reescrever nada, como trilho de concessão e liquidação de crédito.
Dois muros: custo de operação e custo de confiança
Conceder R$ 200 para um entregador comprar uma mochila não paga a estrutura que um banco precisa para emprestar R$ 200 mil. E quem está na ponta não tem como provar lastro e garantia na linguagem que o capital exige.
O resultado é conhecido: o crédito produtivo de menor ticket simplesmente não acontece — ou acontece de forma informal, cara e sem rastro.
Produto em produção, não protótipo
Pagamento por resultado aprovado
Fundos travados em escrow onchain, liberados só na entrega validada. O smart contract é o custodiante — sem intermediário.
Multi-rede + KYC nativo
Opera em Celo e Gnosis, aceitando CRC e integrado à carteira Circles. Identidade via GoodDollar.
Parcerias com GoodDollar, Green Pill Brasil, Blockchain na Escola e UNIFACS.
Tarefa como primitiva de crédito
Uma operação de crédito é, estruturalmente, idêntica a uma tarefa com escrow. A operação nasce como uma tarefa — criada pelo credor (oferta) ou pelo tomador (demanda) — que descreve os termos. Quando há colateral, ele é travado numa tarefa privada e o TaskID é cedido. O contrato faz o resto — nenhuma linha nova, só uma nova leitura do que já existe.
Dois ambientes, um motor
Organizações e comunidades que querem operar seu próprio microecossistema de crédito acessam a página whitelabel, registram a organização (KYC), sobem branding e logo — o ambiente vira a cara delas.
Com KYC e compliance
A organização anexa os documentos que comprovam autorização para emissão de crédito. Trilha de auditoria onchain por padrão.
Mesmo fluxo, sem KYC
Agentes interagem direto com o smart contract. Usado como sandbox para escolas e educadores de finanças que rodam experimentos com tokens próprios — não é produto comercial.
Dois produtos, um motor
O mesmo trilho serve duas frentes comerciais, que se distinguem pelo redutor de risco que torna o crédito viável.
Crédito a Negócios
Financia a expansão dos negócios que atendem uma base de 150 mil pessoas. Colateral real, compliance rígido — ativo regulável e licenciável. Redutor de risco: colateral.
Microcrédito Boutique
Crédito a iniciativas de impacto já incubadas, com análise personalizada a partir de dados de originação próprios. Redutor de risco: dados.
Projeções conservadoras e ilustrativas, ancoradas em referências de mercado — inadimplência do microcrédito (BACEN) e taxa conservadora de ~4% a.m. Não constituem promessa de retorno.
O aportador é o cliente, não a comunidade
O Balaio não cobra da comunidade. O produto é originação qualificada, compliance pronto e liquidação auditável — entregue a quem aloca capital.
Auto-financia o trilho
3% na criação e 2% no claim, embutidos no contrato. Cobrem a infraestrutura — não são a margem.
Cobrada na performance
Uma fração do rendimento, só sobre a operação que liquida. Alinhamento total com quem aporta.
Licença diluída
Quanto mais aportadores compartilham uma pool curada, menor o custo do trilho por aportador.
O ponto de encontro do crédito
Mesmo modelo de plataformas como a Decentral — originação e estruturação de ponta a ponta —, aplicado ao crédito produtivo de impacto. Toda operação gera receita na originação; a inadimplência fica externa ao trilho. O Balaio é o ponto de encontro entre quem precisa de capital e quem o oferece, e cobra pela infraestrutura, não pelo risco.
Co-desenhe a primeira pool com a gente
Convidamos aportadores alinhados a desenhar a primeira pool — condições definidas de antemão e vinculadas ao público-alvo. Você acessa uma audiência qualificada, filtrada e com compliance pronto.
Colocar as comunidades no trilho
As duas comunidades (160k pessoas) rodando crédito produtivo no Balaio.
Estruturar a operação regulada
Segurança na emissão de crédito, com o know-how regulatório da ReFaz no contexto BACEN / CVM.
Escalar o whitelabel
Endurecer o fluxo para operação multi-organização.
A receita de escala vem do licenciamento, não da operação
Cada comunidade ou ecossistema vira uma pool curada e licenciada sobre o mesmo trilho já provado. A escala vem de replicar pools e licenciar a infraestrutura — não de cobrar por transação.
A oportunidade fora do radar do crédito tradicional
O marco cripto brasileiro amadureceu, o microcrédito segue represado pelo custo de operação, e ninguém juntou as duas pontas com um produto que já está rodando. A ReFaz traz o que não se replica: trilho em produção, redes já contratadas, e a camada de adequação regulatória que transforma uma boa ideia de crédito num ativo legível para o capital.